Sobre a busca incessante da realização

Eu sofro dessa tendência de querer saber fazer de tudo um pouco. Escrever, desenhar, ler, aprender sobre política, entretenimento, culturas, acompanhar dezenas de seriados simultâneos, técnicas de fotografia e edição… mas ultimamente isso tem me incomodado um pouco.

Recentemente cheguei à conclusão que exercitar vários hobbies pode ser algo disperso. Se pararmos para analisar, pessoas que são verdadeiramente boas e bem sucedias no que fazem passam horas de seu dia dedicando-se ao que amam. Então ser ‘razoável’ em generalidades não te torna ‘incrível’ em absolutamente nada.

O que nos faz pensar: A que quero me dedicar? No que eu poderia dedicar horas do meu dia para me aperfeiçoar?

E é nesta fase que me encontro no momento: Eu não sei.

Provavelmente este seja o questionamento mais comum da vida, inclusive veio tarde para mim – senhorita que tinha a vida toda planejada desde os 16 anos.

A questão é que 95% das pessoas querem viver outra vida. Talvez porque apenas a minoria tenha disponibilidade de passar pelo processo de auto conhecimento para entender o que realmente quer, para então chegar lá.

É por isso que decidi voltar com o blog. Porque intuitivamente buscamos falar sobre o que nos dá prazer e preciso enxergar isso aontes das futuras buscas. Não sei, apenas tenho um bom pressentimento sobre isto.

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